Continuando o post anterior, vamos ver agora como é o ranking geográfico dos sites de Shopping e Classificados por share de visitas. Vamos começar pela região Norte e descer o Brasil todo até a região Sul.
Continuando o post anterior, vamos ver agora como é o ranking geográfico dos sites de Shopping e Classificados por share de visitas. Vamos começar pela região Norte e descer o Brasil todo até a região Sul.















Alguns pontos interessantes:


- O Mercado Livre é líder em todas as regiões sempre com um share parecido, e os demais players se alternam em geral com um share bem menor que o do Mercado Livre, mas próximos entre si.


- Além disso, o share do Mercado Livre é ainda maior nas regiões Sudeste e Sul e a diferença para o segundo colocado também é maior.


- Os principais sites de compras coletivas, Groupon, Peixe Urbano e Click On aparecem nas primeiras posições em todas as regiões, com exceção da região Norte onde apenas o Click On não aparece entre os top 10. Estes sites têm um share próximo aos demais players de varejo. Interessante lembrar que há pouco mais de um anos esses sites não existiam no Brasil, muito menos esse segmento!


- O Magazine Luiza aparece entre os dez primeiros apenas na Região Sul (10ª posição) e as Casas Bahia apenas na região Sudeste (9ª posição).


- Nessa lista dos dez primeiros não aparece nenhum player com atuação estritamente regional.


Diante disso, cabe analisar como seu e-commerce está posicionado em regiões estratégicas e que ações podem ser tomadas regionalmente para alavancar sua participação de mercado. E aí, quais são os próximos passos? Que tal trabalhar campanhas segmentadas geograficamente?



Felipe Ozorio, Analista Sênior de Varejo do Google Brasil



Fonte: Hitwise Serasa Experian


O Hitwise Serasa Experian lançou há alguns meses atrás uma nova funcionalidade que mede o origem de acessos e ranking geográfico de sites por share de visitas em vários segmentos de mercado. Vamos ver primeiro de onde vem o tráfego para os sites de Shopping e Classificados.
O Hitwise Serasa Experian lançou há alguns meses atrás uma nova funcionalidade que mede o origem de acessos e ranking geográfico de sites por share de visitas em vários segmentos de mercado. Vamos ver primeiro de onde vem o tráfego para os sites de Shopping e Classificados.



Esses números estão bastante próximos do % de acesso à Internet por região do país, que, segundo o Hitwise, tem como líder a região Sudeste com 61.1% dos acessos, seguida pela região Sul com 16%, depois a região Nordeste com 12.2%, Centro-Oeste com 7% e finalmente a região Norte com 3.5% dos acessos.




O próximo post mostrará o Ranking de sites por região. Aguarde!





Felipe Ozorio, Analista Sênior de Varejo do Google Brasil



Fonte: Hitwise Serasa Experian



A média dos líderes é uma boa referência de mercado para ajudar na definição de verba e comparar as métricas como CTR e CPC. E aí, como está sua empresa em relação aos líderes de Varejo no Google?
Faz algum tempo que não publicamos nenhum post com a média dos líderes de varejo. Lembramos disso e resolvemos fazer mais um post com os dados do 1º trimestre desse ano. Abaixo você confere uma tabelinha com as informações de Busca e Rede de Display.



A média dos líderes é uma boa referência de mercado para ajudar na definição de verba e comparar as métricas como CTR e CPC. E aí, como está sua empresa em relação aos líderes de Varejo no Google?

Felipe Ozorio, Analista Sênior de Varejo do Google Brasil

O segmento hoteleiro tem crescido significativamente no mercado online. Nos quatro primeiros meses deste ano, a sub-categoria de “Hotéis e Acomodações” foi responsável por 60% das buscas da categoria Viagens.

Como podemos verificar na imagem abaixo, é a subcategoria com maior volume de buscas, porém com grande potencial a ser explorado, já que em torno de 40% das buscas da categoria ainda não exibe nenhum anúncio. E, para as demais, a média de anúncios por busca é apenas 4.5, contra quase 7 da sub-categoria de “Passagens Aéreas”.

Preparamos abaixo algumas dicas para você aproveitar o boom deste segmento:

1. O volume de buscas cresce: não perca estes hóspedes!
O volume de buscas por hotéis no primeiro trimestre deste ano foi 37% maior do que no mesmo período do ano passado. Considere aumentar o investimento no segmento para capturar estes novos hospédes!



2. Prepare lances agressivos para este segmento
O CPC médio do segmento cresceu 59% deste ano, passando de R$ 0,42 no primeiro trimestre de 2010 para R$ 0,67 no primeiro trimestre deste ano, como podemos ver no gráfico abaixo. Considere lances agressivos para atuar de maneira competitiva e relevante neste segmento.



3. A cobertura não aumenta no mesmo ritmo que a profundidade.
O gráfico abaixo mostra que, historicamente, a cobertura do segmento não teve grande crescimento, ficando entre 50% e 60% (ou seja, 60% das buscas feitas na categoria exibem pelo menos um anúncio). Por outro lado, a profundidade tem crescido a um ritmo mais acelerado, ou seja, as buscas exibem um número cada vez maior de anúncios.

O que isso significa?
Existe uma cauda longa a ser explorada! O mercado é altamente competitivo para um número restrito de palavras, porém existe um universo de buscas feitas por viajantes que ainda não são exploradas pelos anunciantes. Aproveite esta oportunidade para expandir sua lista de palavras e aparecer para buscas ainda pouco competitivas, com mais visibilidade e menor custo.

Aproveite estas dicas para revisar suas campanhas neste segmento, e não perca estes hóspedes!
Tatiana Capitanio, Analista de Indústria do Google Brasil

A Zappos - empresa pertencente à Amazon - vem trabalhando desde 2009 sua estratégia de vídeos nas páginas de produtos do seu site e na plataforma YouTube. No ano passado, a Zappos desenvolveu 58.000 vídeos curtos de demonstração de produtos estrelados pelos seus próprios funcionários - seus verdadeiros porta-vozes, ao invés de modelos profissionais -, demonstrando bolsas, sapatos e roupas. Atualmente 11 funcionários são responsáveis por produzir por volta de 400 vídeos por dia.

A Zappos vem analisando há muitos anos o comportamento dos seus compradores e descobriu que os vídeos vendem mais e reduzem as devoluções; as páginas de produtos com vídeos têm uma performance em vendas de 6 a 30% acima daquelas que não tem. E pesquisadores, marqueteiros e psicólogos já afirmaram que a utilização de pessoas comuns em propagandas ou recomendações de produtos pode ser muito eficiente em alguns casos pois as pessoas confiam mais na comunicação.Parece que o ar "caseiro" e natural passa credibilidade e sua simplicidade demonstra verdade.
A Zappos - empresa pertencente à Amazon - vem trabalhando desde 2009 sua estratégia de vídeos nas páginas de produtos do seu site e na plataforma YouTube. No ano passado, a Zappos desenvolveu 58.000 vídeos curtos de demonstração de produtos estrelados pelos seus próprios funcionários - seus verdadeiros porta-vozes, ao invés de modelos profissionais -, demonstrando bolsas, sapatos e roupas. Atualmente 11 funcionários são responsáveis por produzir por volta de 400 vídeos por dia.

A Zappos vem analisando há muitos anos o comportamento dos seus compradores e descobriu que os vídeos vendem mais e reduzem as devoluções; as páginas de produtos com vídeos têm uma performance em vendas de 6 a 30% acima daquelas que não tem. E pesquisadores, marqueteiros e psicólogos já afirmaram que a utilização de pessoas comuns em propagandas ou recomendações de produtos pode ser muito eficiente em alguns casos pois as pessoas confiam mais na comunicação.Parece que o ar "caseiro" e natural passa credibilidade e sua simplicidade demonstra verdade.







No YouTube, a Zappos ainda utiliza em seu brand channel (nosso canal customizado) o que chamamos de "special annotations", annotations do YouTube que direcionam o usuário para a página de compra de detalhe do produto, através de linksexternos, retirando o usuário do ambiente do YouTube. Veja um exemplo de vídeo que possui o special annotation de "click here to buy".

A Zappos mostrou como uma estratégia simples e barata pode ser muito eficiente.

Roberta Plut, Gerente Comercial do Google Brasil