O Natal é a data mais importante para o Varejo, e é fundamental garantir que sua campanha aproveite o maior número de oportunidades e atenda o maior número de clientes nessa época! 

Para garantir o sucesso da sua campanha, é muito importante acompanhar a métrica de Parcela de Impressões. Ela indica o percentual de vezes em que seus anúncios foram exibidos em relação às oportunidades em que poderiam ter aparecido.
Caso a métrica de Parcela de Impressões seja inferior a 100%, está havendo perda de impressões por um ou dois motivos: Orçamento e/ou Classificação.
Parcela de Impressões de Perda (Orçamento) – Indica as oportunidades perdidas por conta do orçamento da sua campanha. Como a demanda no Natal é muito superior aos demais períodos do ano, é importantíssimo ajustar os orçamentos para garantir que suas campanhas fiquem sempre no ar.
Parcela de Impressões de Perda (Classificação) – Indica as impressões perdidas devido à Classificação do Anúncio, ou seja, a combinação entre CPC Máximo e Índice de Qualidade. Para aproveitar a alta demanda e ter maior destaque, aumente os lances de CPC Máximo, o que pode ainda reduzir a perda por classificação. Otimizações constantes de palavras-chave, correspondências e anúncios ajudam na variável do Índice de Qualidade.
Não deixe o Papai Noel de saco vazio. Aproveite as oportunidades e venda muito!
Luiz Pessanha, Estrategista de Contas para o Varejo do Google Brasil

Quando o que você vende na sua loja, só você vende, fique a vontade pra jogar pro alto tudo que você ouviu falar em termos de SEO. Ou quase tudo.

O que você encontra nesse site, você só encontra ali. A concorrência não tem peças iguais com preços melhores. São peças assinadas por Stella McCartney. Para crianças que crescem com a rapidez das melhores vitaminas e sais minerais. Que sabidamente vão ser usadas poucas vezes, mas as mamães fofas compradoras estão preocupadas com o acabamento, detalhes dos botões e cores, mas definitivamente não estão preocupadas com o preço.

Pra compensar o excesso de sal no preço, o site é uma das maiores doçuras já vistas no varejo. Quando a gente passa o mouse sobre as crianças, elas se mexem, mudam de pose, viram bichos, fazem caretas e até tiram uma foto sua.

Coisa mais linda. Vai lá, dá uma olhada do que você pode fazer em determinados departamentos da sua loja. Brinque com o seu cliente. Faça a experiência de compra online essa delícia visual. Ganhe no detalhe. E divirta-se, sempre. 

Ana Luiza McLaren, Gerente de Indústria do Google Brasil

(Ana Luiza McLaren trabalha no Google Brasil, com auto, mas adora o varejo. Esse varejo bonito e bem feito então, ela ama.)


Nas últimas duas semanas tivemos dois grandes eventos de varejo: o Shop.org, que aconteceu em Boston de 12 a 14 de setembro, e o Think Retail em São Paulo, no dia 22. Muitos varejistas brasileiros estavam presentes em ambos, e um tópico que apareceu com bastante destaque foi o Remarketing.

No Shop.org teve um painel muito interessante sobre esse tema, com a presença de Charles Nicholls da SeeWhyAndre Balazs da Saks Direct e Brandon Proctor da Build.com. Nesse painel, chamado "The Science of Shopping Cart Optimization", o Remarketing apareceu como uma das melhores soluções para que os varejistas consigam recuperar usuários que colocaram um produto no carrinho mas não finalizaram a compra.

De acordo com um estudo apresentado por Charles, o Remarketing tem um papel fundamental na conversão de usuários que abandonam o site, gerando 3 vezes mais conversões quando reimpactados com os produtos deixados no carrinho, e esse impacto gera melhor resultado quando ocorre nas primeiras 12 horas do abandono.

Gráfico apresentado por Charles Nicholls no Shop.org

Já no Think Retail, Tiago Luz da UnderDogs apresentou um case de Remarketing da Centauro, utilizando a nova tag  chamada Smart Pixel (ainda em beta). Foram adotadas estratégias para usuários que visualizaram um produto e não finalizaram a compra, com o oferecimento de produtos em lançamento ou mesmo um desconto de 16%.

Essa estratégia refletiu nos resultados alcançados pela Centauro: aumento de 140% no ROI, 203,15% na taxa de conversão e 15,40% no CTR, também diminuindo o CPA em 37,67% e gerando um ticket médio 14,47% maior.

Portanto, se você ainda não pensou na sua estratégia de Remarketing, a hora é agora! Lembre-se que esse é um processo que demanda tempo para instalar as tags, definir a estratégia, rodar a campanha e otimizar de acordo com os aprendizados. Não perca tempo.

E não se esqueça que, para que o Remarketing alcance bons resultados, é importante ter uma estratégia de listas e segmentação bem definida, anúncios que sejam relevantes para a audiência das listas e um lance mais agressivo na campanha, para garantir que seu anúncio seja entregue para o usuário que executou o comportamento segmentado.

Boas vendas!

Douglas Tokuno, Especialista de Produtos de Display para a América Latina.

Claudia Sciama abrindo o evento Think Retail
Na última quinta-feira, dia 22, aconteceu no shopping Cidade Jardim mais uma série de eventos Think With Google, entre eles o Think Retail. Foram quatro palestras que apresentaram as tendências para o varejo e as apostas para o Natal, com ênfase principalmente em vídeos e estratégias mobile, e apresentação de cases nacionais e internacionais. 

A programação do Think Retail foi a seguinte:

Abertura

Claudia Sciama, Diretora de Negócios para o Varejo do Google Brasil

Estratégia Omni-Channel: uma visão única do consumidor

Dan Schock - Diretor de Varejo para o Google EUA


A visão do Google sobre o futuro do Varejo

Rob Derderian, Executivo de Contas para o Google EUA


Utilizando o poder do mobile para o Varejo
Alex Barza, Especialista em Mobile do Google EUA

As grandes apostas do Google para o Natal e cases de sucesso
Roberta Plut, Gerente de Negócios para o Varejo do Google Brasil e convidados 

Os Thinks With Google tiveram bastante repercussão nas mídias, e a hashtag #twgoogle, criada especialmente para o evento, acabou se tornando Trending Topic no Twitter (em São Paulo). Além da hashtag oficial, os participantes da sala do Think Retail utilizaram a hashtag #thinkretail para comentar e trocar informações.

Claudia Sciama abrindo o evento Think Retail

 O site Information Week publicou um texto do jornalista Vitor Cavalcanti, que resume a palestra de Alex Barza, especialista em Mobile para o Google nos EUA, que trouxe lições valiosas para campanhas em celulares. Segue a matéria na íntegra:
   

Varejo: cinco lições do Google para presença móvel

Alex Barza, executivo de contas do gigante das buscas, compartilha algumas dicas que podem ajudar sua companhia nesta difícil missão Não tem muito que pensar. Qualquer varejista que se preze precisa desenvolver uma estratégia de ação móvel.

A presença dos smartphones e tablets cresce a cada dia no Brasil e as pessoas usam esses aparelhos para consultas, pesquisas detalhadas e como suporte de compras. Junto à popularidade desses devices, temos ainda o crescimento da adesão às redes 3G (hoje são 19 milhões de assinantes), o que referenda ainda mais a necessidade de uma ação do varejo em mobilidade; uma vez que os clientes estão o tempo todo conectados, estar presente seja com publicidade dirigida, site móvel ou aplicativo torna-se obrigatório.

Diante desta nova realidade que se forma no País, o executivo de contas do Google Alex Barza, que há cinco anos atua na sede da companhia nos Estados Unidos, compartilha cinco dicas para que as redes varejistas tenham sucesso em mobilidade. E são ações que precisam de um trabalho conjunto, ao menos, entre TI e marketing.

Barza esteve no Brasil para participar do Think With Google, evento que a empresa organizou para clientes das verticais varejo, turismo, tecnologia e automotivo, em São Paulo.

A seguir, as dicas:

1 – Crie um site móvel

Caso contrário, você poderá criar uma rejeição à sua marca quando um cliente tentar acessá-lo via smartphone ou tablet. É preciso ter uma opção ao aplicativo e que ela ofereça uma experiência bacana ao usuário. Como exemplos, Barza cita a Adidas, Ralph Lauren, Best Buy, eBay e Amazon. Ele frisa que esses dois últimos têm tido sucesso não só em visitas como em vendas efetivas com os sites móveis.

2 – Crie campanhas exclusivas para o ambiente móvel

Barza lembra que hoje você tem a possibilidade de criar algo específico até para tablets. Outro ação aconselhada por ele é de link patrocinado e a ferramenta de publicidade no buscador do Google. “No aparelho móvel, especialmente celular, aparecem apenas duas chamadas no topo. Se você estiver lá, sua chance de sucesso aumenta.”

3 – Localize sua mensagem

“Uma em cada três buscas em dispositivos móveis quer como resultado o local do estabelecimento, faça com que as pessoas te encontrem facilmente”, ensina Barza. Para o executivo, você deve colocar à disposição nos resultados de busca endereço, mapa e número móvel. Ele usou como exemplo o caso do Ponto Frio no Brasil que, além de fornecer esses dados, usa a inteligência da ferramenta para sugerir que o cliente baixe o aplicativo móvel. Essa oferta é personalizada de acordo com a plataforma de acesso (iOS ou Android, por exemplo). 

Outra lição neste sentido é distribuir ofertas e cupons via rede. “70% dos usuários de smartphones usam o device dentro das lojas”, lembra. Assim, se você tiver como enviar algo específico para esses consumidores, as chances de vendas aumentam.

4 – Engajamento

Barza pede a você varejista que encoraje, de alguma forma, seus clientes a usaram a mobilidade e interagirem com suas campanhas.

5 – Seja multiplataforma

Talvez esta, juntamente com o site móvel, seja a principal lição passada pelo executivo do Google, principalmente, se você pensa em desenvolver um aplicativo móvel. Seus clientes não usam apenas um sistema operacional e, se você quer ter sucesso, é preciso ser multiplataforma. “Vá para todos os ambientes e devices e crie uma experiência específica para os tablets. Meça as compras nos canais disponíveis e veja se a experiência tem sido adequada. Essa estratégia cross platform é extremamente importante e pense nisso de forma holística”, avisa. 

O texto original pode ser encontrado no site Information Week

Nátaly Dauer, Estratetegista de Contas para o Google Brasil


Faz quase 5 anos que trabalho no Google, junto à equipe de varejo, e, todos os anos, em setembro, nosso time começa a sentir a adrenalina deste período.

2011 já está sendo diferente: o ritmo frenético começou ainda mais cedo e os varejistas já estão em polvorosa, montando suas estratégias matadoras para o Natal, desde às compras até o planejamento de vendas e comunicação.

O time de varejo do Google está pronto para ajudá-los a obter os melhores resultados nas campanhas. Este blog, como no ano passado, será uma poderosa ferramenta, com dicas e sugestões de como alavancar suas vendas nesta temporada. Faltam 94 dias e, desde já, você confere uma série de posts que vão ajudar suas campanhas a terem resultados ainda melhores na época mas importante do ano para o Varejo.

Publicaremos dicas, dados de mercado e informações do Google para deixar os varejistas brasileiros super bem preparados para explorar a oportunidade. Se nosso e-commerce teve um forte crescimento de 24% apenas no primeiro semestre de 2011 (fonte: ebit), imaginem o "tsunami" que vem por aí com o Natal.

Mais uma vez, estamos abertos a suas dúvidas e sugestões, por isso deixe sua mensagem na área de comentários aqui do blog. Faremos o possível para responder a todos.

Então, é isso aí: foi dada a largada! Fique de olho no blog Google Varejo: ele deve ser seu melhor amigo até 24 de dezembro. Acompanhe tudo através da tag Natal.

E boa temporada natalina!

Grande abraço,

Claudia Sciama - Diretora de Negócios para o Varejo

Você sempre fica na dúvida se a sua campanha na Rede de Display está com uma boa performance? Como você faria para analisar se seu CTR possui uma boa média?

O CTR Relativo foi lançado para ajudar a medir a performance de suas campanhas por CPC na Rede de Display. Essa nova ferramenta indica se o seu CTR comparado ao CTR dos demais competidores está acima ou abaixo da média. O Google calcula a média do CTR para todos os anúncios veiculados na mesma URL e no mesmo bloco de anúncio que os anúncios da sua campanha e depois ele compara o seu CTR com o CTR médio de seus anúncios concorrentes.

Com essa ferramenta, você ganhará mais informações sobre as campanhas, conseguirá determinar qual é a mais efetiva e também identificará áreas de oportunidade. A seguir, algumas dicas de como otimizar sua campanha utilizando o CTR Relativo:


Ative agora mesmo o CTR Relativo na sua conta (conforme figura abaixo) e comece a otimizar os seus resultados na Rede de Display.

Cristine Machado, Especialista em Rede de Display do Google Brasil

Falta cerca de um mês para o Dia das Crianças e, conforme o gráfico abaixo, as buscas relacionadas já começaram a crescer!


Como preparar suas campanhas para o Dia das Crianças:

Público-Alvo:
As crianças fazem buscas sobre o seu presente e possuem grande influência na decisão de compra. Os adultos também tendem a fazer consultas e podem comprar online. Dito isso, é interessante separar as campanhas e suas características de acordo com os dois objetivos (consulta e venda online), e com foco nos dois tipos de público!

Campanhas de Busca:
Utilize palavras-chave com termos da própria data (‘presente dia das crianças’, por exemplo) e relacionadas às categorias mais vendidas na época (brinquedos, video-games, bicicletas etc.), além de ofertas para produtos específicos (Barbie com frete grátis etc.).

Campanhas da Rede de Display:
Há muitas possibilidades para usar a ampla rede de canais do Google. Campanhas contextuais ou com tópicos, públicos-alvo ou categorias de interesse relacionados à data são ótimas oportunidades.

Orçamentos: Fique atento ao orçamento da sua campanha para que seus anúncios sejam sempre exibidos, uma vez que haverá aumento no volume de buscas.

Formatos de Reserva: Os formatos do YouTube e Orkut possuem grande potencial de impacto e performance.

Prepare-se, venda muito e divirta-se!

Luiz Pessanha, Estrategista de Contas para o Varejo do Google Brasil

Outro keynote do Shop.org 2011 foi a bem-humorada sessão com Bill Bass, da Charming Direct. Bass levou a plateia às gargalhadas com suas posições bem definidas e seu jeito super sincero. Então, afinal, quais são as cinco lições segundo ele?

1) O e-commerce não é simplesmente mais uma loja - nem só um canal de marketing mais barato.
É preciso considerar que a dinâmica do online é outra, o P&L é outro, o processo de compra é diferente. Por isso, explore as oportunidades de forma diferenciada, principalmente as incrementais. Por exemplo: normalmente as vendas nas lojas físicas são maiores nos fins-de-semana e no site, durante a semana. Saiba onde investir seus maiores esforços a cada momento e não esqueça os dois fatores para ter sucesso online: facilidade para encontrar produtos no site e checkout simples e rápido.

2) A estrutura organizacional é importante
A operação online precisa reportar direto para o CEO da empresa e ter a mesma importância das operação física. Na corporação de Bass, seus consumidores possuem um cartão fidelidade que é atrelado a uma loja física. Quando realizam uma compra no site, a venda é contabilizada para a "loja de origem" deste cliente, evitando conflito de canais.

3) Foco, Foco, Foco
Não se distraia com bobagens ou falsas métricas. Bass questionou: qual o real valor para sua empresa de um checkin no Foursquare? Não perca o foco e concentre seus esforços em pontos importantes, como em facilitar o processo de checkout do seu site. Outro exemplo sarcástico de Bass foi o de um varejista que tinha por objetivo ter um milhão de likes. Ele perguntou por que um milhão e o varejista respondeu que era melhor do que 500 mil. Resumindo, conheça o valor real das suas métricas e objetivos.

4) Preste atenção à lição 3 - mas também aproveite novas possibilidades
Saiba diferenciar novidades que podem gerar resultados reais e explore-as.

5) O que vem pela frente:
- 30% das vendas em lojas físicas vão passar para o mundo online
- iPads são muito importantes
- Smartphones podem ser menos importantes do que tablets dependendo da categoria
- Mídias sociais são importantes para serviço, não para vendas (pelo menos no curto prazo).

Essas foram as lições de Bill Bass. Você concorda? Tem lições para compartilhar com a gente também? Deixe aqui seu comentário!

Fernanda Monteiro, Gerente de Contas para o Varejo do Google Brasil, direto de Boston, EUA
Outro keynote do Shop.org 2011 foi a bem-humorada sessão com Bill Bass, da Charming Direct. Bass levou a plateia às gargalhadas com suas posições bem definidas e seu jeito super sincero. Então, afinal, quais são as cinco lições segundo ele?

1) O e-commerce não é simplesmente mais uma loja - nem só um canal de marketing mais barato.
É preciso considerar que a dinâmica do online é outra, o P&L é outro, o processo de compra é diferente. Por isso, explore as oportunidades de forma diferenciada, principalmente as incrementais. Por exemplo: normalmente as vendas nas lojas físicas são maiores nos fins-de-semana e no site, durante a semana. Saiba onde investir seus maiores esforços a cada momento e não esqueça os dois fatores para ter sucesso online: facilidade para encontrar produtos no site e checkout simples e rápido.

2) A estrutura organizacional é importante
A operação online precisa reportar direto para o CEO da empresa e ter a mesma importância das operação física. Na corporação de Bass, seus consumidores possuem um cartão fidelidade que é atrelado a uma loja física. Quando realizam uma compra no site, a venda é contabilizada para a "loja de origem" deste cliente, evitando conflito de canais.

3) Foco, Foco, Foco
Não se distraia com bobagens ou falsas métricas. Bass questionou: qual o real valor para sua empresa de um checkin no Foursquare? Não perca o foco e concentre seus esforços em pontos importantes, como em facilitar o processo de checkout do seu site. Outro exemplo sarcástico de Bass foi o de um varejista que tinha por objetivo ter um milhão de likes. Ele perguntou por que um milhão e o varejista respondeu que era melhor do que 500 mil. Resumindo, conheça o valor real das suas métricas e objetivos.

4) Preste atenção à lição 3 - mas também aproveite novas possibilidades
Saiba diferenciar novidades que podem gerar resultados reais e explore-as.

5) O que vem pela frente:
- 30% das vendas em lojas físicas vão passar para o mundo online
- iPads são muito importantes
- Smartphones podem ser menos importantes do que tablets dependendo da categoria
- Mídias sociais são importantes para serviço, não para vendas (pelo menos no curto prazo).

Essas foram as lições de Bill Bass. Você concorda? Tem lições para compartilhar com a gente também? Deixe aqui seu comentário!

Fernanda Monteiro, Gerente de Contas para o Varejo do Google Brasil, direto de Boston, EUA

Um dos paineis do Shop.org 2011 reuniu representantes da OnlineShoes.com, Barnes&Noble e Abercrombie & Fitch para discutir o tema "A evolução do e-commerce sob a ótica do Executivo Digital, e suas implicações na nave-mãe".
Um dos paineis do Shop.org 2011 reuniu representantes da OnlineShoes.com, Barnes&Noble e Abercrombie & Fitch para discutir o tema "A evolução do e-commerce sob a ótica do Executivo Digital, e suas implicações na nave-mãe".



O moderador Kasey Lobaugh, da Deloitte, abriu a mesa relembrando que as grandes lojas físicas lançaram seus e-commerces como uma operação separada e sem "direitos iguais". Ele mostrou um gráfico representando a evolução nos últimos anos:

Passado: Lojas físicas ("Os consumidores virão até nós")
Passado recente: Online ("Precisamos vender online")
Presente: Multicanal ("Muitos consumidores compram em vários canais")
Futuro: Conectados ("Funcionalidade e conectividade a qualquer momento em que forem necessárias")

Lobaugh ressaltou que hoje a maioria dos varejistas continua organizada por canal, o que considera complicado. Segundo ele, uma estrutura verdadeiramente integrada gera quatro tipos de implicações: operacionais, organizacionais, competitivas e relativas a pessoas, habilidades e talentos. Com base nesses pontos inicias, os três painelistas expuseram suas opiniões. Veja os principais destaques:

- Billy May, da Abercrombie, foi categórico: "Não transforme um problema organizacional em um problema do consumidor". Ou seja, não faça seu cliente sofrer devido à sua estrutura empresarial. Pense nas necessidades do consumidor primeiro.

- Nessa mesma linha, Rick Watson, da Barnes&Noble, complementou com um exemplo interessante. O canal online possibilita um aumento do sortimento oferecido pelo varejista, porém é importante preparar as lojas para receber trocas dessas categorias, mesmo que não sejam oferecidas no ponto de venda físico. No caso da Barnes & Noble, o site passou a vender brinquedos educacionais, mas as lojas não tinham espaço físico para receber devoluções ou trocas de alguns produtos maiores. Nesse caso, ele diz que é fundamental treinar os gerentes para que resolvam o problema na hora e deixem o consumidor satisfeito. Segundo Watson, ter clientes nas lojas é muito valioso hoje em dia e eles não podem sair frustrados.

- Outro ponto de pleno acordo dos painelistas foi a importância da tecnologia no varejo. May até provocou: "A Amazon é um site de varejistas ou engenheiros?". Em uma loja física, cada decisão de organização das prateleiras tem um custo de oportunidade, pois exibir um produto significa não exibir outro. Enquanto isso, no site, este custo não existe, mas é preciso ter uma tecnologia matadora que você mostre os produtos certos para cada usuário, no momento certo. E assim veio a segunda provocação de May: "Se você fosse abrir um varejo hoje, compraria a infraestrutura da Sears ou da Amazon?".

- No tema inovação, Watson ressaltou a importância de ser destemido. Segundo ele, hoje os consumidores ficam entediados muito rápido, e querem ter uma boa experiência. Kevin Ertell, da OnlineShoes.com, concordou e complementou: "As melhores inovações são as que servem aos consumidores, o varejo hoje é um serviço". Foi interessante notar esse novo peso que tem a inovação na experiência do consumidor, e não só mais nos produtos, como antigamente.


Fernanda Monteiro, Gerente de Contas para o Varejo do Google Brasil, direto de Boston, EUA


Vocês já sabem que nós do Google amamos o Remarketing. Por isso, participei de uma mesa redonda com um dos maiores especialistas em abandono do carrinho de compras do mundo, Charles Nicholls. Um dos principais serviços que a empresa dele, a SeeWhy, oferece é o remarketing por email para consumidores que abandonam o carrinho de compras.

Nesta mesa redonda, Nicholls deu 3 dicas fundamentais para o sucesso de campanhas de remarketing:

1) Timing
Segundo Nicholls, leads ficam frios muito rapidamente. Portanto, dois aspectos são importantes: quando você faz o "follow up" (ou seja, exibe seu anúncio ou email de remarketing) e o quanto antes você faz esse follow up. Impactar esse consumidor imediatamente é melhor do que um dia depois do abandono do carrinho: é preciso ser praticamente em tempo real. Outra dica bacana é observar horas do dia em que aquele produto ou categoria tem mais conversões e concentrar sua mensagem nesses horários de pico.

2) Tom
Você não pode ser muito agressivo a ponto de incomodar o consumidor e fazê-lo se sentir perseguido. Uma saída interessante é imprimir um tom de serviço a esta comunicação: você está oferencendo uma ajuda, mais do que vendendo um produto. Há varejistas que agregam valor, colocando à disposição um "personal shopper" para ajudar o consumidor a finalizar a compra, por exemplo. Também é importante re-enfatizar o valor da sua marca de alguma forma e, se possível, colocar um número de telefone para dar mais opções de compra.

3) Personalização
No caso do serviço de emails de remarketing da SeeWhy, Nicholls destacou a importância da personalização devido à quantidade de mensagens que recebemos diariamente. Paralelamente, podemos aproveitar essa dica também para o remarketing na Rede de Display do Google, pois os internautas são impactos por milhares de anúncios todos os dias. Resumindo, é importante que o email ou banner de remarketing se destaque dos demais. Nicholls sugere que essas peças sejam de alguma forma diferentes de sua comunicação usual, para que o consumidor perceba que é uma mensagem única e não automatizada. Ao mesmo tempo, sabemos da importância de se criar soluções que permitam ter escala nesse tipo de campanha, como templates para os anúncios.

Espero que essas dicas ajudem suas campanhas de Remarketing na Rede de Display do Google: seja rápido, agregue valor e customize a mensagem!

Fernanda Monteiro, Gerente de Contas para o Varejo do Google Brasil, direto de Boston, EUA

Vocês já sabem que nós do Google amamos o Remarketing. Por isso, participei de uma mesa redonda com um dos maiores especialistas em abandono do carrinho de compras do mundo, Charles Nicholls. Um dos principais serviços que a empresa dele, a SeeWhy, oferece é o remarketing por email para consumidores que abandonam o carrinho de compras.

Nesta mesa redonda, Nicholls deu 3 dicas fundamentais para o sucesso de campanhas de remarketing:

1) Timing
Segundo Nicholls, leads ficam frios muito rapidamente. Portanto, dois aspectos são importantes: quando você faz o "follow up" (ou seja, exibe seu anúncio ou email de remarketing) e o quanto antes você faz esse follow up. Impactar esse consumidor imediatamente é melhor do que um dia depois do abandono do carrinho: é preciso ser praticamente em tempo real. Outra dica bacana é observar horas do dia em que aquele produto ou categoria tem mais conversões e concentrar sua mensagem nesses horários de pico.

2) Tom
Você não pode ser muito agressivo a ponto de incomodar o consumidor e fazê-lo se sentir perseguido. Uma saída interessante é imprimir um tom de serviço a esta comunicação: você está oferencendo uma ajuda, mais do que vendendo um produto. Há varejistas que agregam valor, colocando à disposição um "personal shopper" para ajudar o consumidor a finalizar a compra, por exemplo. Também é importante re-enfatizar o valor da sua marca de alguma forma e, se possível, colocar um número de telefone para dar mais opções de compra.

3) Personalização
No caso do serviço de emails de remarketing da SeeWhy, Nicholls destacou a importância da personalização devido à quantidade de mensagens que recebemos diariamente. Paralelamente, podemos aproveitar essa dica também para o remarketing na Rede de Display do Google, pois os internautas são impactos por milhares de anúncios todos os dias. Resumindo, é importante que o email ou banner de remarketing se destaque dos demais. Nicholls sugere que essas peças sejam de alguma forma diferentes de sua comunicação usual, para que o consumidor perceba que é uma mensagem única e não automatizada. Ao mesmo tempo, sabemos da importância de se criar soluções que permitam ter escala nesse tipo de campanha, como templates para os anúncios.

Espero que essas dicas ajudem suas campanhas de Remarketing na Rede de Display do Google: seja rápido, agregue valor e customize a mensagem!

Fernanda Monteiro, Gerente de Contas para o Varejo do Google Brasil, direto de Boston, EUA

Outro ponto que chamou bastante nossa atenção no Shop.org, que terminou ontem aqui em Boston, foi o tamanho da feira de negócios. Em uma área de mais de três mil metros quadrados, 225 expositores mostraram seus produtos e soluções para o varejo.

Outro ponto que chamou bastante nossa atenção no Shop.org, que terminou ontem aqui em Boston, foi o tamanho da feira de negócios. Em uma área de mais de três mil metros quadrados, 225 expositores mostraram seus produtos e soluções para o varejo.


A variedade de fornecedores e serviços impressionou: os grandes como eBay, Experian e Adobe estavam presentes, mas também pudemos conhecer dezenas de outras empresas oferecendo serviços como e-mail marketing, web analytics, agências de publicidade e até mesmo robôs para centros de distribuição!

Uma das demonstrações mais bacanas era a da empresa Snap36, que produz aquelas fotos de produtos em 360 graus para que o consumidor tenha uma experiência mais rica e segura quando está comprando online. Já falamos aqui no blog sobre a importância de fotos e vídeos de demonstração de produto em sites de e-commerce.


Ao contratar a Snap36, o varejista pode optar por comprar o aparato e fazer as fotos na própria empresa (principalmente quando tem um número de SKUs muito grande) ou enviar seus produtos para a Snap36 em Chicago e receber as fotos prontas. De um jeito ou de outro, o produto é colocado em uma plataforma giratório e suspenso por fios de nylon quase invisíveis, enquanto uma super câmera o fotografa de todos os ângulos.

Não parece o "street view de produtos"?

Fernanda Monteiro, Gerente de Contas para o Varejo do Google Brasil, direto de Boston, EUA

Funcionou assim: o consumidor convidado estava em outra sala com uma pesquisadora e sabia que estava sendo observado (mas não por tantas pessoas!). No auditório, todos nós víamos pelo telão a interação dos dois e a imagem do celular.

Em uma das sessões mais interessantes e divertidas do Shop.org 2011, o CEO da Creative Good, Phil Terry, proporcionou à plateia de 4 mil participantes uma experiência única: assistir ao vivo a quatro testes de usabilidade de sites e aplicativos móveis de diferentes varejistas.

Funcionou assim: o consumidor convidado estava em outra sala com uma pesquisadora e sabia que estava sendo observado (mas não por tantas pessoas!). No auditório, todos nós víamos pelo telão a interação dos dois e a imagem do celular.

Foi incrível assistir a espontaneidade dos quatro "cobaias" - uma das consumidoras trouxe seu iPhone com a tela totalmente rachada e levou a platéia às gargalhadas. Uma outra revelou que usa os aplicativos de shopping no trabalho, para que o chefe não veja que está fazendo compras ao mesmo tempo - "multi-tarefa", segundo ela.

E é claro que os varejistas presentes também puderam tirar lições de negócios, como a importância de uma boa navegabilidade, exibição de preços, imagens etc. Phil Terry ressaltou o quão fundamental é a participação da liderança da empresa nestes testes de campo. Ele destacou que, como qualquer mudança é um processo bem difícil, ver na "vida real" como seus clientes recebem e interagem com seu site ou aplicativo é indispensável para abrir a mente a mudanças que proporcionem um melhor desenvolvimento destes ativos - e ver ao vivo funciona muito melhor do que simplesmente receber uma planilha com os resultados.

Você já pensou em realizar testes assim na sua empresa?

Fernanda Monteiro, Gerente de Contas para o Varejo do Google Brasil, direto de Boston, EUA

Um dos keynotes da primeira manhã do Shop.org 2011 foi a palestra do Vice-Presidente Executivo de Vendas e Marketing da Columbia Sportswear Company, Mike McCormick.

Mike contou sobre o reposicionamento das marcas do grupo após uma queda brusca nos resultados em 2008, quando a empresa percebeu que precisava mudar sua estratégia.

A marca Mountain Hard Wear, que tinha pouco brand awareness, investiu em tecnologia e passou a desenvolver roupas de esportes de inverno levíssimas. Também desenvolveu conteúdo de impacto como o vídeo abaixo:


Outra marca da Columbia é a linha de calçados Sorel, que foi reposicionada de calçados de inverno (tão específicos que tinham um público altamente restrito) para uma linha feminina de inverno.

Já a própria marca Columbia, que era vista como careta, se reinventou e investiu em tecnologia para criar produtos como botas, luvas e jaquetas que aquecem depois de carregadas. Vale a pena conferir os vídeos no site.

A principal mensagem de Mike foi a importância do digital como inspiração para essa transformação da empresa, que antes investia 87% de seu mix de mídia em meios tradicionais e hoje tem 74% do orçamento destinado a plataformas digitais.

Os vídeos também foram destacados como parte fundamental da estratégia e são produzidos especialmente para o ambiente online. A empresa declara que a taxa de conversão aumenta 500% depois que o consumidor assite a algum vídeo.

Fernanda Monteiro, Gerente de Contas para o Varejo do Google Brasil, direto de Boston, EUA

Parte de nossa equipe está em Boston, participando do maior evento de varejo digital, o Shop.org.

Durante essa semana toda, publicaremos posts enviados diretamente do evento, para você descobrir quais as maiores novidades e cases do setor.

Acompanhe nossa cobertura!

Nátaly Dauer, estrategista de contas para Varejo e Local do Google Brasil

Parte de nossa equipe está em Boston, participando do maior evento de varejo digital, o Shop.org.

Durante essa semana toda, publicaremos posts enviados diretamente do evento, para você descobrir quais as maiores novidades e cases do setor.

Acompanhe nossa cobertura!

Nátaly Dauer, estrategista de contas para Varejo e Local do Google Brasil

O mega evento de varejo Super Casas Bahia, edição do Natal de 2009, fez mais do que divertir e promover vendas. Por meio de uma ação específica, conseguiu dimensionar o impacto das pesquisas realizadas pelo consumidor através da Internet na conversão em compras offline. A primeira campanha brasileira de cupom utilizando o AdWords mostrou que esta solução de publicidade é perfeita para fazer a ponte entre as lojas virtuais e as físicas.

A sétima edição do Super Casas Bahia atraiu um público diversificado em busca de lazer e boas oportunidades de compra. O espaço reuniu mais de 110 expositores, exibindo milhares de produtos, e ofereceu uma infraestrutura completa de lazer, entretenimento e alimentação. Entre outras atrações, aconteceram apresentações do show 100 Anos de Magia Disney, Lan House, dicas na área Super Saúde, Espaço Culinário, Cinema Casas Bahia, Feirão de Automóveis, Lojas de CD e DVD, 4 Tabacarias, Museu Casas Bahia, Planetário, Recreação infantil, 6 Rádios Super Casas Bahia com transmissão direta, 2 praças de alimentação, Estúdio Super Casas Bahia, Praça de Natal, Ponto de encontro, quiosque bala e a presença do Mickey.

Os cupons foram usados para tornar física a busca virtual

A campanha foi gerenciada pela agência Energy e utilizou o Google AdWords como ferramenta para aumentar as vendas durante o Natal. A ação teve como meta aumentar o tráfego para o hotsite do evento, consequentemente levando mais público à loja sazonal. Foi utilizada a estratégia de cuponagem para alavancar as vendas.

Outro objetivo foi comprovar a importância da Internet no processo de decisão de compra, quando a aquisição do produto será feita na loja física. “Encontramos uma ótima oportunidade de aproveitar o crescimento do varejo online, linkando o mundo online com o mundo real. Os usuários de Internet buscam por descontos e a estratégia veio com base no desejo dos consumidores por boas ofertas, sendo o cupom o grande apelo da promoção”, diz Fernando Taralli, presidente da Energy.

A mecânica da ação foi bastante simples. Ao buscar determinadas palavras no Google, era exibido a um usuário localizado em São Paulo um anúncio segmentado, inclusive com uma extensão do Google Maps com o mapa do evento e localizador de lojas. O anúncio divulgava o desconto no produto ou categoria pesquisado, e o clique levava à página do cupom, dentro do hotsite da Super Casas Bahia. Para se beneficiar do desconto, o usuário deveria apresentar o cupom impresso no evento, no momento de fazer o pagamento.

A agência Energy foi responsável pelo controle de palavras-chave e anúncios, otimização de custo por aquisição (CPA) e acompanhamento dos cupons impressos. A escolha das palavras-chave contemplou termos institucionais (casas bahia, super casas bahia) e de produtos (eletrônicos, geladeira, chapinha, lavadora, etc). “Os resultados surpreenderam e a campanha gerou efeitos além do aumento das vendas no evento apenas; a venda no próprio site aumentou, pois as pessoas chegaram ao hotsite da promoção e se sentiam atraídas pelas ofertas, mesmo sem a utilização do cupom”, afirma Camilo Coutinho, Gerente de Planejamento Online da Energy.

Resultados

- 689.704 usuários únicos visitaram o hotsite do evento a partir de buscas no Google AdWords;

- Destes, 18% imprimiram cupons;

- 4% utilizaram o cupom na loja física Super Casas Bahia;

- Após o término da campanha, o termo “cupom casas bahia” pela primeira vez mostrou volume expressivo na busca do Google, demonstrando que a ação gerou conhecimento sobre o evento e interesse dos usuários.

Roberta Plut, Gerente de Negócios para o Varejo do Google Brasil